Relembrando algumas entrevistas e notas marcantes

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    Mary ~
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    Relembrando algumas entrevistas e notas marcantes

    Mensagem por Mary ~

    Apesar da correria, ela está sempre perfumada. - 7/12/07



    De casa para o Projac, onde grava as cenas do programa "Toma dá, lá cá", como a hilária Bozena; do Projac para a academia de dança; de lá para o estúdio, onde grava um CD de bossa lounge e acid jazz. Para onde quer que vá, Alessandra Maestrini carrega a bolsa de lona, mais que providencial.

    Achei essa bolsa com a estampa "correria", que define bem a minha vida. Além dos livros e DVDs, gosto de estar sempre bem hidratada e perfumada! — conta a atriz, na Canal Extra de domingo. Confira o que ela leva na bolsa!

    A versão "patroa" da "empregada". - 20/11/07



    Para os telespectadores, ela é a divertida empregada Bozena do seriado “Toma lá, dá cá”. Na intimidade de sua casa, ela é Alê. É assim que Fátima Borges chama a patroa Alessandra Maestrini nesses mais de dez anos de convivência. Todas as quartas-feiras, é ela quem manda na casa da atriz. Por sorte, o dia da faxina é também dia de gravação do programa no Projac.

    Assim, a Fátima fica livre para fazer o que bem quiser. Quando dá tempo, sentamos para almoçar juntas. Fátima tem um astral muito bom, está sempre sorrindo — diz Alessandra.

    Assim como a empregada do humorístico, Fátima não trabalha só em uma casa. A moradora de São Gonçalo, que trabalha desde os 13 anos de idade, é mãe de três filhos e se divide entre vários lares no Rio. Na realidade, Alessandra herdou da mãe a funcionária exemplar.

    Todo mundo de onde eu moro sabe que ela é minha patroa. Meu filho fez questão de contar até na escola. Alê é muito divertida e me sinto parte da família — conta Fátima.

    A paranaense Bozena da TV, cidadã ilustre da cidade de Pato Branco, jamais poderia ter sido inspirada na mineira Fátima. A verdade é que as duas têm pouco em comum. A diarista da vida real não é abusada como a da ficção, que vive se metendo na vida dos patrões, como o emergente Má-rio Sérgio, personagem de Miguel Falabella.

    De qualquer forma, por mais que Fátima seja tímida, ela acaba também me servindo de inspiração. O jeito de olhar, de posicionar as mãos... Ela não precisa falar muito, mas já diz muita coisa só de olhar. Uso um pouco disso na hora de fazer a Bozena — conta Alessandra.

    Empregada é fã número 1

    Com tanto tempo de convivência, a relação da atriz com sua empregada vai muito além da cozinha. Fátima acompanha de perto a carreira da patroa: dos tempos em que ela só fazia teatro, ainda no anonimato, à estréia em “Toma lá, dá cá”, que a transformou em uma das maiores revelações da TV este ano.

    Eu me sinto uma privilegiada em trabalhar com a Alê. Vejo todos os seus espetáculos e nunca saio de casa no dia do programa, nas noites de terça-feira. Sou sua fã número um — garante Fátima.

    Ela brilha no teatro! - 13/10/08



    O início da sessão de fotos para a entrevista foi interrompido para que Alessandra Maestrini recebesse — e averiguasse o bom estado — da TV de LCD que havia comprado. Os entregadores, mesmo cientes de estarem em frente à intérprete da Bozena de ‘Toma Lá, Dá Cá’, trocaram olhares cúmplices mas foram discretos, bem diferente do que tem acontecido. A personagem, apontada como a mais popular do humorístico, ao lado da avó sem-vergonha defendida por Arlete Salles, e sucesso em comunidades no Orkut, tem feito Alessandra passar por situações curiosas.

    “Quando entro numa loja para comprar roupa, as vendedoras começam a rir, mesmo sem eu falar nada. Dou um passeio para que elas tenham tempo de se acostumar com a idéia e só então volto”, conta a atriz, que fez do sotaque da empregada paranaense de Pato Branco — que termina todas as frases com um hilariante ‘daí’ — um hit. Ela saboreia, sem restrições, a boa fase. “As pessoas têm me perguntado como é fazer sucesso e digo que é ótimo, recomendo”, diz a paulista criada no Rio.

    No caso de Maestrini, o sucesso na TV vem acompanhado de prestígio no teatro, onde atua, há 11 anos, em concorridos musicais. Mas que fique claro: ela não é atriz-cantora. “Sou atriz, sou cantora e entre as coisas que faço está o teatro musical”. A voz, elogiada por Chico Buarque quando ela viveu a Lúcia de ‘Ópera do Malandro’, em breve estará a serviço de um CD, que dividirá com o produtor Alexandre Elias, sob as bênçãos do midas Nelson Motta. “Ele se apaixonou pelo disco: colocou seis das músicas em seu iPod”, entrega a atriz, que espera o fim da temporada de ‘7 — O Musical’ no Teatro Carlos Gomes, para estrear, em dezembro, show com as canções do CD, que mistura standards e músicas inéditas.

    7’ marca o reencontro de Maestrini com Charles Möeller e Claudio Botelho, responsáveis pela estréia da atriz em musicais, há 11 anos, em ‘As Malvadas’. Desde então, foram 10 espetáculos. O atual é o predileto. “No ‘7’, sou uma mulher que perdeu seu amor e quer reconquistá-lo. O musical questiona até onde se deve ir para tê-lo de volta”, observa. E qual é a resposta? “Já tomei muito na cabeça, fui ao fundo do poço, mas prefiro dar com a cara na parede do que não saber o que há no fim da sala”, sentencia.

    Dos descaminhos do amor aos da profissão, ela enfrenta inveja nos bastidores e dá a receita. “No ‘7’, uma camareira chegou a botar água suja nas garrafas que uso para me hidratar e deixar roupas descosturadas”. Tudo porque Alessandra apoiava outra camareira. “Apesar de eu ser muito boa, não sou boba. Quanto mais alto você sobe, mais gente há querendo te tombar. Ser elegante e firme é a melhor maneira de se defender”, ensina a atriz, que passou a cantar quando viu Barbra Streisand no cinema. “Fiquei louca, ouvia os discos dela no chuveiro. Minha mãe achava que eu ia morrer eletrocutada”, ri.

    FÁTIMA, A BOZENA DA VIDA REAL

    Que tal inverter os papéis para fazer a foto? Diante da proposta, a diarista Fátima se sentou para ser servida por Alessandra, para quem trabalha há cinco anos. A doméstica, de 46 anos, reluta, mas acaba entregando uma certa desorganização na casa da moça. “Tem dias que chego lá e dá vontade de sair correndo”, conta, diante de gargalhadas da patroa, que adora viver a empregada de ‘Toma Lá, Dá Cá’.

    “Pode parecer que a graça da Bozena está no sotaque, mas ele é um complemento. Ela é sofrida, tem saudades de sua terra”. Nesta segunda temporada, a personagem mudou. “Ela começou quase virgem, mas agora ataca os homens”, diz Alessandra, que cantarola pela casa com a aprovação da diarista. [i]“A voz dela é linda”, elogia.

    Fátima tem razão e Maestrini, loura de nascimento e ruiva por opção, nem pensa em eleger um ofício predileto. Além de cantar e atuar, ela escreve e faz versões de músicas. Aos 31 anos e solteira, conta que adoraria viver gêmeas rivais numa novela e não se acanha quando questionada sobre com quem gostaria de fazer par romântico, avisada de que podia eleger galã internacional, para não se comprometer. “Por que não me comprometer?É uma oportunidade de fazer uma encomenda, ora. Rodrigo Santoro. Acho bom ator e um espetáculo”.
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