"Já passei por uma traição"

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    PMatos
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    "Já passei por uma traição"

    Mensagem por PMatos

    Aos 40 anos, ADRIANA ESTEVES revela que já perdoou uma traição, conta que a enteada, Agnes, filha de Vladimir Brichta, a chama de mãe e comenta como é encarnar uma moradora do Méier, bairro onde nasceu, na série As Cariocas, da Globo

    Adriana Esteves deu um mergulho no passado para viver uma professora primária, casada e apaixonada pelo marido no episódio “A Vingativa do Méier”, da série As Cariocas, que estreia na terça-feira 19, na Globo. Nascida e criada no bairro, localizado no subúrbio do Rio, ela buscou em suas origens elementos para compor a personagem. “A moradora do Méier é muito sensual. Gosta de ser sexy, é vaidosa. Usei essas referências na Celi”, diz ela, que estava afastada da tevê desde o final do humorístico Toma Lá Dá Cá. Durante as gravações, Adriana reviveu lembranças e passou por experiências novas, como andar de trem. “Imagina só! Eu, carioca, suburbana, nascida e criada no Méier, nunca tinha andado de trem!”, brinca ela, que atualmente mora na Gávea, na zona sul da cidade, com o marido, Vladimir Brichta, os filhos Felipe, 10 anos, de sua união com Marco Ricca, e Vicente, de 4, do casamento com Brichta, e com a enteada, Agnes, de 13. Na entrevista que concedeu à Gente, Adriana fala da volta ao trabalho, de casamento, traição, filhos e amadurecimento.

    Como é sua personagem em As Cariocas?
    Celi é uma típica moradora do Méier. Uma mulher nova, vaidosa, sensual, trabalhadora. Feliz com sua vida do jeito que é. Só que com pouco tempo de casada, começa a achar que o marido a trai porque ele para de procurá-la sexualmente. Por isso, ela pensa em se vingar.

    Sua personagem revida com a mesma moeda: uma traição. Como você reagiria?
    Cada casal sabe em quais bases está fincada sua relação. Por isso, só passando pela situação e tendo amadurecimento, respeito e amor ainda, para analisar se tem como dar a volta por cima e perdoar. Eu passaria por cima de uma traição. Não só passaria como, aliás, já passei. Tenho 40 anos, minha estrada é longa (risos). Mas é claro, é algo que quebra o primeiro código da relação estabelecida até então. Mas com amor, maturidade e vontade, dá para se reconstruir a relação de novo.


    Você e Vladimir têm a mesma profissão. Como é a relação no dia a dia?
    É ótima simplesmente porque Vlad é maravilhoso. É um parceiro, um companheiro e tanto. A gente pensa muito igual em tudo, o que torna mais fácil nossa relação. Sem falar na admiração e no respeito que tenho pelo trabalho dele. Essa troca é muito boa e só fortalece o casal.

    Você tem dois filhos e uma enteada. Como se divide como mãe e atriz?
    Meus filhos são minha vida, minha paixão. É um sentimento tão forte que tudo se equilibra, mesmo quando a gente está trabalhando muito. Até porque tenho todo um aparato que me ajuda: um marido incrível, superparceiro; um ex-marido presente na vida do meu filho; avós; empregada, e as próprias crianças são maravilhosas.

    Como é o relacionamento com sua enteada?
    Maravilhoso. Agnes me chama de mãe. Quando comecei a namorar o Vlad, ela devia ter uns 6 aninhos. No início, ela não sabia muito como me chamar. Deixamos tudo muito à vontade. Falei com ela: ‘Pode me chamar de Dri, de Adriana, de você. De tudo, menos de tia’. Um belo dia ela me chamou de mãe. Foi emocionante. Ela é minha filhona do coração.

    Pensam em ter mais filhos?
    Não está descartada a possibilidade. Mas pode ser que a gente não tenha mais. Pode ser também que a gente tenha, mas que não seja um filho biológico. Adoção é uma coisa em que a gente pensa muito. Não é um projeto definido ainda, mas é uma vontade.

    Como é seu relacionamento com seu ex-marido, Marco Ricca?
    Marco sempre foi muito presente na vida do nosso filho, o que é fundamental. Quando morava em São Paulo, ele sempre vinha ao Rio ficar com o Felipe ou o Felipe ia para SP. Agora o Marco resolveu ter um pouso fixo no Rio e eles ficam mais próximos ainda.

    Você completa 41 anos em dezembro. Como lida com o amadurecimento?
    Ah, não concordo com esse papo de que mulher que fez 40 está ficando velha. Quer saber, me acho uma menina! (risos) Ter saúde, estar bem com você, com sua cabeça, seu corpo, fazer o que gosta. Por exemplo, minha mãe tem 60 e é uma mulher lindíssima. Se preocupar com idade é besteira. A gente tem que se preocupar em estar bem.

    Se preocupa com a boa forma?
    Procuro fazer exercício pelo menos quatro dias na semana. Além de gostar, acho bacana porque serve de exemplo para os meus filhos. Além disso, temos uma alimentação saudável em casa. A gente procura comer alimentos orgânicos, muita verdura e legumes. Também evitamos açúcar branco, fritura e refrigerante. Tudo sem radicalismos. Todo mundo pode comer de tudo numa festa, num evento qualquer, mas no dia a dia a gente procura ser mais saudável. Acho que não tem segredo nem fórmula mágica. Mas tem cuidado, vigilância.



    Istoé Gente
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      Data/hora atual: Qui Jan 18, 2018 6:51 am